Thursday, March 31, 2005

cabeça esportiva*

Chutando o balde

Nos últimos dias a seleção canarinho voltou a mexer com a maioria dos brasileiros em dois jogos válidos pelas eliminatórias da Copa de 2006. Prometo que não vou falar aqui dos resultados obtidos, nem de assuntos como escalação ideal. Robinho, Juninho, Ricardo Oliveira, Zagallo, Parreira, os personagens são muitos e mudam constantemente, mas uma história nunca muda: a prepotência e falta de preparo de nossa crônica “especializada”.

É triste acompanhar em jornais e televisões pessoas como Renato Maurício Prado, Alex Escobar, Sérgio Noronha, entre tantos outros, posando como se fossem os donos da verdade. Na Folha os números são verdades absolutas, e a discussão se o Brasil ganha 66,78% dos jogos com Ronaldo jogando 32 minutos na faixa esquerda do ataque é tema de página inteira.

São muitos os exemplos que podemos usar dessa pátria de chuteiras, caneleiras, meiões, shorts e camisa. O futebol mexe com muita gente e quando se trata de seleção isso toma proporções incríveis. É fato que, pela própria situação em nosso País se encontra, nossa população-torcida não conta com muitos recursos de estudo ou pesquisa. Mas futebol parece ser matéria que se aprende no ventre da mãe, durante os nove meses, já saindo formado. E então vem o Galvão Bueno e diz que jogamos bem ou jogamos mal e ai está a verdade absoluta e ponto final.

Quem são realmente os especialistas? Por que 80% da imprensa esportiva mais “grita” do que informa? Para mim, atualmente, apenas Tostão com sua coluna nos jornais, Juca Kfouri na rádio CBN e ESPN Brasil na TV nos brindam com artigos e matérias inteligentes. De resto, estamos ainda na quinta divisão, correndo risco de rebaixamento...

*por Fabio Kadow, jornalista e volante do Juventude Futebol e Cervja

Tuesday, March 29, 2005

london calling*

Vivo em Londres. Moro aqui ha apenas 3 meses, mas já havia morado antes, durante um ano e mais alguns poucos meses. Esta cidade me parece engraçada, para não dizer louca.

Aqui, parodiando um grande amigo, dizem ser o trampolim do mundo. Direto de Londres é possível voar para todos os cantos da Terra, comprando passagens baratas. E o melhor - quando se está trabalhando aqui - é que a libra está supervalorizada, ou seja, vale muito em qualquer lugar do planeta.

Hoje, uma libra inglesa vale o equivalente a US$ 2. Ou R$ 5,50. Deve ser por essa razão - o grande valor alcançado pelos "pounds" - que a capital inglesa é "invadida", não por turistas, como as demais capitais européias. No caso do Reino Unido, a "invasão" deve-se a imigrantes estrangeiros, principalmente oriundos dos países do leste europeu, recentemente ingressados na Comunidade Europeia.

O novo Tratado, assinado no dia 16 de abril de 2003, incluiu Polônia, República Tcheca, Eslovaquia, Hungria, Letônia, Estônia, entre outros, no maior bloco econômico mundial. Com isto, os cidadãos destes países se viram livres para circular (leia-se trabalhar) em qualquer um dos demais países integrantes da comunidade. Esta nova formação causou um aumento gigantesco no número de imigrantes que vêm trabalhar nos países mais desenvolvidos do bloco, sendo o mais afetado o Reino Unido.

Por todo o país, mas principalmente em Londres, por onde se anda, seja qual for o lugar ou o meio de transporte, ouve-se os mais diferentes idiomas. Desde o nosso português, que alguns insistem em chamar de "brazilian", passando pelo francês e o espanhol, e chegando a línguas de países que jamais me foram mostrados no mapa. Conheci o significado de Torre de Babel após embarcar no primeiro trem inglês. O engraçado é que não ouvi ninguém falando inglês. Nenhum Inglês, nenhum sotaque britânico, só estrangeiros com suas línguas estrangeiras, num país estrangeiro!

Será Londres uma cidade de forasteiros? Quem souber me responda...

PLUR!

* por Zeka Baleiro, direto de Londres

frase

"Estou tentando parar de beber, mas eu sou brasileiro e não desisto nunca!"

Thursday, March 24, 2005

happy easter

Hoje me deparei com um anúncio de oportunidade muito bacana da Revista CartaCapital, que aproveitou a páscoa e a "coincidência" das outras 3 revistas semanais (veja, istoÉ e época) terem publicado matéria de capa com Paulo Coelho na edição desta semana. O banner, veiculado no bluebus de hoje dizia: "Nada contra os coelhos. Mas alguém tem que vigiar as raposas." E fechava o anúncio mostrando o Daniel Dantas na capa da revista. Aquele picareta do Opportunity...

Vendo essa frase, me lembrei de uma outra, dita há mais de 10 anos, numa situação que não faz diferença ser narrada agora. O comentáro, tosco mas também de oportunidade, foi o seguinte:

"Mulher sem peito é igual Páscoa sem chocolate"

Cretino, mas perfeito praquele momento de adolescente vingativo, que queria dar a última palavra depois de uma leve discussão.

A menina, diante de tamanha sutileza, ficou pálida e calou-se. Hoje, provavelmente está cercada por quilos de chocolate e bombons deliciosos. Nada, porém, a agrada mais do que os 300ml "adquiridos" para acabar com seu trauma.

Wednesday, March 23, 2005


Malvados: especial cidades.

Tuesday, March 22, 2005

wet in rio

Ao digitar "Lenny Kravitz no Brasil" encontramos, no google, um número aproximado de 88.500 links, com notícias, curiosidades, bobagens, fotos e etc. Nada mal pra sua primeira turnê no país.
Ontem aconteceu o show do Rio, em um palco montado nas areias de Copacabana, em frente ao hotel Copacabana Palace.
O evento foi gratuito para o público, apoiado pela prefeitura da cidade e patrocinado pelas empresas Claro e Motorola.
Nem curto tanto assim, mas achei de bom tom conferir. Just in case...
Chovia de leve, nada muito crítico pra resultar numa debandada geral. Até porque, a própria atmosfera da cidade ajudou bastante nesse sentido. Com exceção de alguns "ZN's" perdidos, que desfilavam vestindo camisa e sapato na areia, o que se via era uma multidão de bermudas e chinelos; gente fumando maconha e bebendo como se fosse reveillon; as janelas dos prédios tomadas por fãs preguiçosos e curiosos de plantão.
Olhar os adolescentes resultou num mix de sensações - algo engraçado e embaraçoso ao mesmo tempo. Imagino a ressaca do day after, implacável.
O show foi bacana e, mesmo admitindo que a banda tem suas limitações, bem como o próprio Kravitz, não posso dizer que ele não tentou ser simpático. Arriscou várias frases em português, desde um siples "Põe a mão pra cima" até um "Eu sinto vocês", expressão idiomática traduzida ao pé-da-letra e que soa um tanto estranha em português.
A primeira nota do Blue Bus de hoje arriscava um público de 500 mil. Ontem o mais animado era o próprio Kravitz, que dizia estar vendo mais de um milhão de pessoas.
Exageros a parte, deve ter sido um dos maiores públicos de sua carreira, quiça o maior de todos.

Saturday, March 19, 2005

neversoft

Não reclame se um dia a vida colocar tudo de ponta-cabeça.
Aproveite a oportunidade para olhar o mundo a partir de uma perspectiva diferente.
Olhe para os outros e para si mesmo. E descobrirá coisas surpreendentes.

Duas coisas:

1. When loosing, never loose the lesson

2. Just keep moving

Friday, March 18, 2005

drop vertical

Sinceramente
Eu não sei o que dizer
Poderia tentar explicar o que sinto
Uma sensação estranha
Lá no fundo do peito
Tudo está confuso agora
Amargura
Dor
Onde estou?

Thursday, March 17, 2005

malvados

"Se sua consciência pesasse, você a venderia por quilo"

Wednesday, March 16, 2005

olha o meu muck, sou primo do hulk

A vida é bela, mas bate forte.
E a gente apanha, apanha...
Me abalo, mas não caio.
Tudo vai ficar bem...

Monday, March 14, 2005

a ciência e a lógica

Estudo realizado por cientistas da universidade de Surrey, Grã-Bretanha, revela o que muitos já sabiam. Apesar de muitas mulheres roncarem durante o sono, são elas as que mais sofrem com os “ruídos noturnos” dos parceiros. E acabam vítimas de insônia.

O estudo afirma ainda o que também não era segredo pros menos alienados. Perder o sono pode acarretar sonolência durante o dia, afeta o desempenho profissional e a capacidade de dirigir com segurança.

O que me surpreende nessa notícia é perceber a facilidade com que se obtém apoio do governo pra realização de estudos científicos nos “países de primeiro mundo” (leia-se países sérios).

Enquanto temos que batalhar pra conseguir no congresso a aprovação de estudos tão importantes, como o das células-tronco, na Inglaterra tem gente investindo tempo e dinheiro pra dizer o que todo mundo já sabia: os homens roncam mais e as mulheres dirigem mal!


Sorveteiro de Ouro: irmão mais magro de Morgan Freeman, vendendo sorvete na praia do Arpoador, Rio de Janeiro. (março 2005)

Sunday, March 13, 2005

Brasil, um país de tolos

Tanta baixaria acontecendo na Febem. E já há tanto tempo...

Fico pensando uma coisa: com essa onda de Parcerias Público-Privadas (PPP) porquê não desenvolver um projeto pra resolver de uma vez por todas essa situação?

Unidades menores, pra no máximo 50 internos. E totalmente equipadas, com infraestrutura suficiente pra de fato educá-los e possibilitar uma reabilitação real.

Será que é tão difícil assim?

Vejamos: quanta grana a Nestlé colocou na Grande Rio esse ano? Uma escola de samba medíocre, que desfilou com fantasias feias e um samba enredo tosco. De repente a intenção foi o envolvimento naquele que, como dizem por aí, é considerado "o maior espetáculo da terra".

Bullshit! Isso aqui é o país do Show de Horror. E a única coisa que o carnaval de fato consegue é reafirmar que não somos sérios. O Brasil é visto como uma piada, até o Michael Jackson tava querendo vir pra cá pra se livrar de tantos processos.

Empresas que se dizem responsáveis patrocinando "a maior festa dos traficantes e bixeiros do mundo". Enquanto isso a Febem vai de mal a pior; rebeliões, fugas em massa, violência...

Piada por piada, de repente a solução que esperamos é o tal Mr. Jackson se mudar pra cá. E cuidar dos nossos jovens como costuma fazer com os garotinhos americanos.

Wednesday, March 09, 2005

chapa-quente

Tem dias que, de noite, é foda.
E tem outros que o dia inteiro é foda.

Hoje foi um daqueles realmente difíceis. Tudo conturbado, repetitivo, estressante.
Poucos ajudam, muitos fazem questão de atrapalhar - saldo negativo!

Calor do caralho, clima tenso.
Começo a lembrar do Michael Douglas, em "Um dia de fúria".

Eu que sempre pensei que o melhor emprego do mundo fosse o dos caras do Casseta&Planeta, que ganham a vida tirando onda do mundo inteiro, confesso que hoje trocaria tudo por um freela no InMetro, testando a durabilidade de eletrodomésticos; jogando coisas contra a parede, no chão, por toda parte...

Tentei atropelar um paraíba, mas ele tava esperto. E pulou de volta pra calçada.
Vê se o lugar de caminhar é no meio da rua! Depois vai dizer que não tem sorte na vida!

Agora, n-i-n-g-u-é-m consegue ser pior que os taxistas. Ô raça do caralho!!!
Aqui no Rio tem um esquema diferente, muito inovador.
Todo taxi vem equipado com banco de couro e ar-condicionado de série.
Impressionante! O carro caindo aos pedaços, mas com banco de couro e arcond's.
Entretanto, e para tristeza geral, as setas são itens opcionais.

Por isso que aqui seguro de vida é mais caro, mesmo numa cidade com maior qualidade de vida.
Culpa da indústria automobilística ou dos taxistas?

Deve ser culpa do Bill, mas deixa pra lá, coitado....

Anyway, segue sugestão pra eventual campanha de oportunidade:

"Visite a cidade maravilhosa: o Cristo te espera de braços abertos, mas no trânsito, é só fechada!

Um cliente acaba de ligar dizendo que só fecha negócio se for 50% pago e 50% permutado.
É melhor parar por aqui.
Que dia filho da puta!!!

sobre os amigos

Recebi por email. Achei tão bacana que resolvi "colocar na banca". O texto é assinado.

MEUS AMIGOS
Meus amigos são todos assim: metade loucura, metade santidade.
Escolho-os não pela pele, mas pela pupila, que tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero o meu avessso.
Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.
Para isto, só sendo louco!
Louco que senta e espera a chegada da lua cheia.
Quero-os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela cara lavada e pela alma exposta.
Não quero só o ombro ou o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Pena, não tenho nem de mim mesmo, e risada só ofereço ao acaso.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos, nem chatos.
Quero-os metade infância e a outra metade velhice.
Crianças para que não esqueçam o valor do vento no rosto, e velhos para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou, pois vendo-os loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca esquecerei de que a normalidade é uma ilusão imbecil e estéril.

(Marcos Lara Resende)

Monday, March 07, 2005

metapreferências

Eu gosto de fumar um cigarrinho de vez em quando, mas toda vez que fumo me sinto culpado. E justamente por essa razão já prometi parar de fumar umas 468 vezes nos últimos 10 anos.

Just like so many people out there...

Mas por que acontece isso?

Porque gostamos de fumar, mas não gostamos de gostar de fumar. E aí nos sentimos culpados toda vez que não agimos em conformidade com essa metapreferência.

São as metapreferências componentes do nosso gosto moral que causam esse desconforto interior, quando fazemos algo que não gostariamos de estar fazendo. E nos sentimos mal por isso, como se tivéssemos nos traído.

As mesmas metapreferências promovem um sentimento de satisfação quando fazemos algo que gostamos de gostar. Exemplo: gostar de gostar de dar uns tapas na cara da mulher no meio da transa. Não se trata de machismo nem grosseria desnecessária. Simplesmente uma metapreferência.

Conhecer essas metapreferências pode ser uma maneira de chegar a um auto-conhecimento maior, mesmo que isso signifique descobrir que somos completamente pirados.

Imagina a confusão: "gostar de gostar de dar uns tapas na cara da mulher no meio da transa" + "gostar de gostar de se preocupar com o que ela pode pensar se levar um tabefe na cara durante o ato sexual".

Como diria um grande amigo, do blog Gaveta de Meia,

Penso-logo-Piro!!!

Friday, March 04, 2005


Diga Xi-Xiz...

Wednesday, March 02, 2005

o homem de gabiru


Olhando de longe o problema parece pequeno, né?
Segue ficha técnica, com telefone para eventuais reclamações.

nome
Severino José Cavalcanti Ferreira
aniversário
18 de dezembro
partido/uf
PP/PE
gabinete
707, anexo IV
telefone
(61)215-5707
fax
(61)215-2707

Tuesday, March 01, 2005

monga

Certa vez conheci uma garota cujo nome não direi aqui por razões óbvias.
Ela tem nada a mais, nada a menos que 1,95m de altura, calça 42 e tem um jeitinho (como era de se esperar) meio desajeitado de ser.
Na época eu morava em Londres. E dividia um flat com alguns amigos.
Ela chegou na turma não me lembro bem como, e na verdade nem é esse o fato que importa.
Ocorre que o tempo foi passando, a turma cresceu. E começamos a nos conhecer melhor.
Esse jeitinho todo especial de chegar batendo a cabeça no lustre, tropeçar no tapete e derrubar a tábua de frios, queimar o sofá com cigarro, entre tantas outras gafes, foi se tornando cada vez mais rotineiro.
No começo eu pensei que fosse apenas falta de sorte, mas não demorou muito até perceber que tratava-se de um dom natural. A menina (tinha apenas 17 anos) era a versão bizarra do Midas, aquele que tudo em que tocava virava ouro. No caso dela, merda.
Por conta disso ganhou o apelido carinhoso de Monga.
Um belo dia Monga quis fazer um agrado e decidiu limpar o freezer do apartamento. Pegou uma faca e começou a tirar o gelo em excesso. Eu, que estava num day off, logo avisei que ela deveria desligar a geladeira e aguardar o descongelamento natural, pra evitar "acidentes".
Óbvio que ela ignorou o aviso e, apenas 5 minutos depois, o que se ouviu foi um estouro seguido de um forte cheiro de gás. Apesar do estresse, foi fácil resolver o problema. Coloquei-a pra fora de casa, até porque ela não morava conosco. E liguei pro Land Lord, pra que ele providenciasse um novo.
Enfim, mais de 4 anos se passaram até que a encontrei novamente, no final de semana passado, já com 22 anos, mas ainda Monga.
Hospedada na casa de uma amiga que também a conheceu em Londres, Monga foi a praia. Quis fazer mais uma de suas gentilezas e levou o cachorro da filha mais nova da casa pra um passeio no calçadão do Leblon. Tudo perfeito, não fosse o fato de Monga esquecer o detalhe da coleira.

Porra, Monga!

(em memória de ChuChu)

no dicks allowed

Começou hoje no Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro, a mostra "Como eliminar os homens da face da Terra".
Trata-se de parte do projeto Oito de Março, inspirado no livro "Scum", de 1967, um manifesto feminista da americana Valerine Solanas.
O filme que abre a mostra é "Um tiro para Andy Warhol", inspirado na vida da própria Solanas, que além de odiar os homens já foi atriz, prostituta e lésbica. E costuma dizer que "uma sociedade livre do poder do macho é uma sociedade livre do poder do dinheiro".

Tá fácil! Basta tirar todos os homens do poder pra conseguir um mundo melhor. Simples assim.

Um monte de mulher trabalhando duro pra mostrar que não existe mais essa de sexo frágil. Fazem e acontecem, dão nó em uma porrada de homens por aí. E chega esse bando de dona de casa desocupada com esse papinho de garotas super poderosas.

Se a solução é tirar todos os homens do poder, me avisa logo que eu paro de trabalhar já e me mando pra "Terra das Mulheres que Jeremias Deperdiçou", enquanto ainda tem algumas sobrando.


Rio de Janeiro, 440 anos